sábado, 25 de fevereiro de 2012

Miss Imperfeita

'Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço como piloto de testes. Sou a Miss Imperfeita, muito prazer. A imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional, mãe, filha e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado, decido o cardápio das refeições, cuido dos filhos, marido (se tiver), telefono sempre para minha mãe, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos e ainda faço as unhas e depilação!
E, entre uma coisa e outra, leio livros.
Portanto, sou ocupada, mas não uma workholic.
Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.
Primeiro: a dizer NÃO.
Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO. Culpa por nada, aliás.
Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na sua lista a Culpa Zero. Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros.
Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho.
Você não é Nossa Senhora.
Você é, humildemente, uma mulher.
E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante.
Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável. É ter tempo.
Tempo para fazer nada.
Tempo para fazer tudo.
Tempo para dançar sozinha na sala.
Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.
Tempo para sumir dois dias com seu amor.
Três dias.
Cinco dias!
Tempo para uma massagem.
Tempo para ver a novela.
Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza.
Tempo para fazer um trabalho voluntário.
Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto.
Tempo para conhecer outras pessoas.
Voltar a estudar.
Para engravidar.
Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado.
Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir.
Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.
Existir, a que será que se destina?
Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra.
A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada. Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem.
Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si.
Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo!
Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente.
Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir. Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela. Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C.
Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores.
E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante.
Martha Medeiros - Jornalista e escritora

"As atitudes são mais importantes que os fatos. Qualquer fato que enfrentarmos por mais penoso que seja, mesmo que pareça irremediável não será tão importante como nossas atitudes para com ele".

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Hehe

Obs*Cliquem nas fotos pra ver nossa atuação





No jardim da minha amiga
todo mundo feliz
até a formiga. 


*Fim


com Bruna Araujo

domingo, 22 de maio de 2011

How NOT to cut your hair !!!

... E pra rir da burrice desgraça alheia:

domingo, 17 de abril de 2011

Testemunho de livramento

Há mais ou menos um ano, a nossa igreja iniciou uma campanha; a Campanha da Subestação. A partir dela instalamos um poste com para-raios em frente à igreja, a talvez menos que dois metros. Essa instalação veio a ser concluída há pouquissimo tempo, depois de muitas dificuldades. Esse mês todos nos temos presenciado dias de chuvas fortes e muita ventania, certo? Então.... Hoje, fomos à igreja mais uma vez, tivemos Escola Bíblica e depois subimos ao templo, louvamos, adoramos a Deus com cânticos e orações, até então estava chovendo, mas nada fora do comum vivenciado durante o mês. Pouco tempo antes da Ministração da Palavra, fomos anunciar os primeiros colocados no vestibular bíblico da semana passada. Todo mundo no templo em alegria, de repente ouvimos trovões muito fortes e as janelas mostravam uma neblina, com a agua da chuva fortemente marcada pelo vento. Em seguida ouvimos um estouro, muito alto, na galeria da igreja, e um clarão muito forte mesmo. Havia caido um raio, que chegou próximo ao teto e foi atraido pelos para-raios recem instalados. O teto na galeria desmontou, e pedaços dele cairam no templo e se espalharam pela rua atingindo distancias incríveis.As aguas entraram em abundância molhando o nosso templo e o teto que recobre a parte central se dessaranjou em algumas partes, soltando as lâmpadas que, graças a Deus, não chegaram a cair, mas ficaram penduradas. Todos nós nos juntamos na parte que é coberta de laje e gesso. As luzes foram apagadas e os irmãos correram pra salvar o sistema de som, que batalhamos em Cristo pra construir. Diante disso tudo, todo mundo estava emocionado e havia uma rápida euforia. Descemos pra quadra da igreja e esperamos. Oramos a Deus em agradecimento por que nenhuma vida foi atingida e reconhecemos que ele tem a força e o poder sobre todas as coisas. Se você não conhece a Deus, procure conhecê-lo. Ele tem planos pra sua vida. Se voce já O conhece, se voce ama a Cristo e por algum motivo esta afastado Dele, abra seus olhos irmão, e reconheça que o que Deus tem pra sua vida nada pode destruir. Hoje pela manha, nos vimos o que Deus faz por nós. A nossa campanha da subestação foi concluída, e recebemos de Deus um livramento, mais um livramento; pois, todos os dias passamos por situações que nos colocam em perigo e nós nem percebemos. Recebemos livramentos diversos durante toda a nossa vida, e não temos conhecimento disso, irmão. Eu sou crente, sim! Eu não me envergonho em falar de Deus e de proclamar Seu santo nome. Mais de 150 pessoas tiveram suas vidas poupadas por Ele, pra que testemunhassem e falassem do Seu amor. Tenha fé. E procure conhecer esse Deus, que é o único Deus vivo, que move montanhas, abre o mar pro seu povo passar, restaura a alma dos feridos. Tem alguem que te ama esperando por você, do jeito que você é pra te mostrar o poder da vida, pra te mostrar o propósito dela, o porquê de  você estar aqui e o quão importante voce é!

sábado, 2 de abril de 2011

Ser diferente é uma delícia!

TODOS DIFERENTES, TODOS IGUAIS

Nem todos somos da mesma opinião,
Nem todos somos donos da mesma razão,
Nem todos acreditamos na mesma religião,
Nem todos somos fonte da mesma paixão.
Por isso somos diferentes em sensibilidade,
Somos diferentes na forma de ver a equidade,
Somos diferentes na forma de viver a liberdade
Mas, na verdade...
Na verdade somos todos iguais,
Podemos ter opiniões diferentes,
Podemos experienciar opções incoerentes
Mas, temos o direito a escolher quais
Os caminhos que devemos no mundo percorrer,
Somos todos diferentes mas todos iguais como ser...

Poderão uns acreditar que a sua canção
Tem mais qualidade, na cor, na transparência,
Poderão outros acreditar que é tão grande a sua existência
Que se esquecerão quão pequenos são
Neste universo imenso de diferentes melodias
Mas, não se iludam, no mundo não há magias
Não daquelas que descriminam e colocam de parte,
Não daquelas que rotulam e arrumam à parte,
Porque hoje poderás ser tu, amanhã serei eu,
Por isso, ponho-me a pensar... o que lhes deu?

Somos todos diferentes de sensibilidades,
Somos diferentes na forma como vivemos e criamos,
Somos diferentes na verdade com que amamos
Mas, existem também outras realidades...
Porque todos somos iguais na forma como amamos a arte,
Somos iguais porque gostamos de criar,
Somos iguais porque dançamos na fantasia de amar,
Se apesar de diferentes, somos todos iguais,
Porque há quem considere ser fácil separar e pôr de parte?



Etnocentrismo




      O conceito antropológico segundo o qual o valor da cultura do “outro” é julgado nos termos da cultura do “eu” é denominado etnocentrismo. Um conceito egocêntrico que cala a voz de um grupo e dá magnitude e preponderância à do outro, hierarquizando culturas e apresentando conseqüências sobretudo sociais. Envolvendo sentimentos e emoções, esse “comportamento conceitual” segue sob ressalva de seu antagônico, o Relativismo.
      Apoiado sobre essa visão ou forma de pensamento onde o “eu” é superior ao “outro”, o etnocentrismo caracteriza-se pela imposição de valores culturais e sociais entre grupos, onde um deles é subjugado e desvalorizado. A diferença entre os grupos étnicos ou de nacionalidades distintas deve ser reconhecida e considerada mediante aceitação de que não existem grupos superiores ou inferiores, mas sim diferentes.
      De um lado, o grupo do “eu”; o grupo que crê nos mesmos deuses, que come da mesma culinária, que pensa da mesma forma; do outro lado, o grupo do “outro”, que se comporta diferente, que adora deuses diferentes, que vive diferente, seja por questões culturais, por desenvolvimento tecnológico e cientifico  ou por quaisquer d’outros fatores. Grupos diferentes vistos sob uma ótica etnocêntrica que provoca choques culturais. Rotular e aplicar estereótipos nos quais nos guiamos para confrontar cotidianamente as diferenças abre-nos as portas para essa visão, fazendo com o que busquemos arraigar nossos valores. Esse comportamento pode não nos permitir um crescimento sócio-cultural, criando uma sociedade estática, ancorada em princípios que não sofrem atualizações.
      Diversos exemplos desse comportamento podem ser citados, desde aqueles rotineiros, que observamos freqüentemente ao nosso redor, até aqueles que marcaram e continuam marcando a nossa sociedade. É o caso dos preconceitos diversos, contra judeus, negros, homossexuais, entre outros; o arianismo de Hitler e as idéias etnocêntricas sobre “mulheres”, “índios”, “nordestinos”...
      Tudo isso reflete sentimentos que remetem ao egoísmo, à intolerância e desvalorização do coletivo, provocando conseqüências graves, como numerosos conflitos sociais, ou conseqüências não tão drásticas, ao que chamamos de Etnocentrismo cordial. Na maioria das vezes essa visão de mundo trás por somação situações conflituosas, genocídios, guerra, racismo; o que marca uma sociedade, por menos, historicamente.
      Uma ciência sobre as diferenças entre os seres humanos está em crescimento na nossa sociedade, a Antropologia Social. O seu movimento expressa-se pela visão da diferença como forma através da qual os seres humanos deram soluções diversas aos limites existências comuns, fazendo com que ela seja uma possibilidade de um grupo se abrir para outro. O comportamento da Antropologia Social sustenta os princípios do Relativismo, que ao mesmo tempo é um método para essa ciência e é um valor para a sociedade.
      É preciso uma preocupação e um cuidado para que esse Relativismo não venha a se tornar uma visão imposta para a aceitação das diferenças sem que estas sejam hierarquizadas. A relativização é a atitude de tentar compreender o outro, sem julgamento das diferenças, onde entender o contexto em que estamos inseridos faz-se essencial; portanto, até mesmo o Relativismo precisa ser relativizado para que não venha a ser mais um comportamento etnocêntrico.
      Levando-se em consideração os aspectos mencionados, entendemos o etnocentrismo como uma visão preconceituosa, imponente e violenta. O pressuposto de que o “outro” não tenha o desfrute da palavra para dizer ou defender algo sobre si mesmo decorre do paralelismo entre o egoísmo e a violência desse pensamento centralizador. As conseqüências de tudo isso nos faz entender que relativizar, trabalhar as diferenças e reconhecer os limites existenciais de cada um perpetua uma sociedade sadia e em constante crescimento emocional, afetivo e intelectual.


Mariana Batista 

domingo, 27 de março de 2011

Decorem, meninos.

16 coisas que todo garoto deve saber : 
1- Nos beije inesperadamente.
2- Nos faça carinho.
3- Nos chame de “bebê” “amor” ou “anjo”.
4- Nos abrace por trás perto de nossas amigas ou de seus amigos. 
5- Coloque nosso cabelo atrás da orelha.
6- Nos faça sorrir e rir.
7- Diga que nos ama no meio de uma discussão.
8- Faça Brincadeiras (por mais idiotas) para nos divertir quando estivermos tristes .
9- Nos chame de linda invés de gostosa.
10- Faça coisas inesperadas .
11- Não desista de nós por mais difícil que nos fazermos porque no final a gente sempre se importa .
12- Quando tivermos com frio nos abrace .
13- Enquanto fala, olhe em nossos olhos.
14- Fale que nos ama a todo momento .
15- Nos irrite e depois nos encha de beijos
16 - E acima de tudo nos ame.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Happy Valentine's day, dear!

- Eu acho que estava apaixonada. Como é que agente sabe quando está!?

- Eu acho que é quando encontra alguém com quem pode ser você mesma; dividir tudo, sabe?
- Tipo como grandes amigas!?
- Éé, o amor é quando você nem pode imaginar como seria a sua vida sem aquela outra pessoa. Quando as palavras não conseguem dizer o que o coração sente. 
- E mesmo que não faça sentido para outras pessoas, você sabe que foram feitos um pro outro.
- Éé.
- E você passa a noite pensando nele. E quando acorda se sente super descansada. 
- Como se tivesse que segurar em alguma coisa porque parece que o seu corpo vai flutuar.

Garota Veneno, Disney video.
 
Creditos: #HenriquedeFarias

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Escrever é uma pedra lançada no poço fundo.

Tenho medo de escrever. É tão perigoso. Quem tentou, sabe. Perigo de mexer no que está oculto — e o mundo não está à tona, está oculto em suas raízes submersas em profundidades do mar. Para escrever tenho que me colocar no vazio. Neste vazio é que existo intuitivamente. Mas é um vazio terrivelmente perigoso: dele arranco sangue. Sou um escritor que tem medo da cilada das palavras: as palavras que digo escondem outras — quais? talvez as diga. Escrever é uma pedra lançada no poço fundo.

A fantástica Clarice.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

L'Amour est partout oú tu regardes. (y)



-Então Charlie Brown, o que é #amor pra voce? 
- Em 1987 meu pai tinha um carro azul...
- Mas o que isso tem a ver com amor?
- Bom, acontece que todos os dias ele dava carona pra uma moça. Ele saía do carro, abria a porta pra ela, quando ela entrava ele fechava a porta, dava a volta pelo carro e quando ele ia abrir a porta pra entrar, ela apertava a tranca. Ela ficava fazendo caretas e os dois morriam de rir.
...acho que isso é amor!

domingo, 2 de maio de 2010

Um bebê = 25 toneladas de lixo.

Do nascimento à morte, essa é a quantidade de detritos que cada brasileiro vai produzir.

 Voce já reparou na quantidade de sujeira que se acumula na lata de lixo da sua casa nos fins de semana? Pois é. de lata cheia em lata cheia, cada brasileiro que viva até os 70 anos de idade vai produzir 25 toneladas de detritos. Como a família média no país é formada por quatro pessoas, cada lar produzirá 100 toneladas de lixo. São números pavorosos, mas pouca gente dá atenção a isso até que o lixo - feito um vulcão aparentemente extinto - dê sinais de vida. Foi o que aconteceu em São Paulo, durante as enchentes dos últimos dias*. O lixo foi apontado como o maior responsável pela tragédia. A quantidade de chuva que caiu sobre a cidade foi semelhante à da última grande enchente, ocorrida em 1988. Ou seja, não havia mais aguá do que há omze anos anos.* Havia, sim, mais lixo, cuja produção dobrou nesse período. Como ele estava em toda parte, entupiu bueiros, diminui a vazão de agua e ajudou a piorar o caos.
 O lixo é um indicador curioso de desenvolvimento de uma nação. Quanto mais pujante for a sua economia, mais sujeira o Brasil vai produzir. É sinal de que o país está cresecndo, de que as pessoas estão consumindo mais. A questão é que as grandes cidades brasileiras não têm estrutura para encarar esse crescimento e se encontram perto de um limite. O problema vem sendo enfrentado de forma inadequada e improvisada. A saída ideal  está na reciclagem e na montagem de usinas geradoras de energia. Nos Estados Unidos, a indústria de reciclagem do lixo fatura 120 bilhões de dólares por ano.
(VEJA,17/3/99)

*O período do qual decorrem a noticia e os dados refere-se à data da reportagem descrita acima: 17/3/99.

domingo, 25 de abril de 2010

Quem ama, cuida.

Como o homem consegue ser tao insensivel à ponto de desrespeitar e maltratar a natureza? A ponto de explora-la, sacrifica-la sem ter um menor peso possivel em suas costas? Nao basta #Deus nos presentear com as nossas vidas e com as maravilhas que nos cercam para que nós saibamos como é e o que é ama-las? Dividimos o mesmo espaço com os 'outros' animais, respiramos o mesmo ar vital que eles, aspiramos o que nos mantem vivos graças a mais uma das obras de Deus. O homem nao sabe o que é viver. O homem nao sabe o que é a vida. Ainda. EU amo a #natureza, e CUIDO dela. Dependo sobretudo de Deus. Eu e VOCE. Nossas vidas sao uma dadiva de Deus, saibamos valorizar e cuidar delas com carinho, respeito e gratidão. Nao consigo entender como tantas pessoas nao enxergam a  perfeiçao! É tudo tao milimetricamente desenhado,tudo tao delicadamente colorido. É tudo tão lindo. Cego é o coraçao do homem. Um coraçao dotado de uma cegueira, tal que enconcontra cura sem nenhuma medicaçao ou tratamento. A cura esta no Primeiro Amor. No amor de Deus que esta em nos. RECONHEÇAMOS, e voltemos ao Primeiro amor... Toda o biociclo é abençoado, ame a
Deus sobre todas as coisas, ame e cuide da natureza, #SEMPRE. m.

ps* Nao é todo homem que desconhece essa importancia. Como descobrir essa beleza?Como conhecê-la?

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Tiê.



Eu sou uma bailarina e cheguei aqui sozinha
não pergunte como eu vim
porque já não sei de mim
do meu circo eu fui embora
eu sei que minha família chora
não podia desistir
se um dia como um sonho
ele apareceu pra mim
tão brilhante como um lindo avião
chamuscando fogo e cinza pelo chão.

De repente como um susto
num arbusto logo em frente aconteceu uma explosão
afastando a minha gente
mas eu não quis ir embora
eu não podia ir embora
como se nascesse ali
um amor absoluto pelo homem que eu vi

#Poderia lhe entregar meu coração
alma, vida e até minha atenção?

Mas vieram as sirenes
e homens falando estranho
carregaram meu presente
como se ele fosse um santo
dirigiam um carro branco
e num segundo foram embora
desse dia até agora
não sei como, não pergunte, procuro por todo canto

#Astronauta diz pra mim, cadê você
Bailarina não consegue mais viver...

EvoluçÃO sem noçÃO.

É impressionante como tantas pessoas conseguem fazer tanta besteira e falar tanta merda* à medida que amadurecem (teoricamente). Rapaz, eu morro de rir com a donzelice dos outros, mas serio, tem hora que enche o saco. #AFZ. No grafico (nada bem feito, por sinal) a maioria (dos homens eu acho, #hahaha) à medida que envelhecem sao mais bocós, mais bestões. Ou fingem que são. #FalaSerio, TODA quinta serie teve aquele mané que so fazia besteira, nao estudava nem deixava ninguem estudar (alguem, além de mim, estudou pra caramba na quinta serie!?), fazia maldade com os nerdinhos pirralhos, falava palavrao pro professor, falava durante as provas, saia da sala antes de tocar pro intervalo...e por aí vai. E se voce chegou a estudar com esse 'docinho' de colega de classe (que na incomparavel maioria das vezes eram garotos) durante todo o seu colegio, fatalmente voce nao deve ter percibo muita mudança de comportamento no decorrer dos anos. Né? Digamos, eles 'evoluem'. Não só biologiamente (#hahaha), mas a evoluçao que mais recebe destaque não é a propria biologica ou 'mental', ou seja, não é o coleguinha que evolui, mas sim as suas brincadeirinhas animadas! #AFZ. É impressionante, quando faziam um besteirÃO, no maximo, recebiam uma reclamaçaozinha na coordenaçao, e em casa (SE recebiam em casa). Daí a coragem de ser tao malcriado, mala. Pois bem, eles faziam os outros desencorajados à cara de pau rirem, quando a piadinha nao fosse com eles proprios. Sempre foi facil rir quando a piada nao era dagente. #Maldade. Serio, eu acho que ate os professores riam depois de dar uma bronca daquelas, coitados, nao sabiam que os alunos riam deles ao mesmo tempo. A minoria, porem, nao amuderece em nehum aspecto Como pode? Tem aqueles repetentes que quando conseguem passar de ano fazem um festao como se tivesse passado no vestibular. SEMPRE a mesma coisa. As amizades vao passando pela vida, o mundinho vai mudando e eles nao se vêem em outra posiçao alem da de popularzinho bandido da escola. É cada uma. Não achem que as tabaquices e donzelices acabam no terceiro ano. NÃO. Tem tanto homem feito por aí, que so faz merda. SÓ FAZ merda. O maximo que conseguem é perturbar no local que trabalha e sair pra um wiskizinho depois do árduo 'trabalho'. #Aiai.
Isso ta soando meio feminista? Não leiam com essa visao.
Tem muuuuuuiiiita mulher assim tambem. Que fca sentada esperando o principe pra poder viver de princesa depois que casar. Essas nao crescem nunca. Até porque principe nao existe (por isso tambem, eu leio livros. lá eles existem..#hihihihihi). Pois é, mamonices à parte, todo mundo é feliz. Ou devia, né? HAHAHA
tô me sentindo nostalgica, passou um filminho aqui dos meus dias ate ser terceiranista. Pow, prévest tem disso tambem viu? Ô se tem.  (:
*perdoem as expressoes.

sábado, 10 de abril de 2010

Impasse*.

Nem sempre é a nossa historia,
achar que ama não é amar.
Pensar no outro não é amor.
Ninguem deveras sabe o que é o amor.
Logo, saber a hora do amor seria assim dificil?

Equívocar-se é arriscar-se.
Mas so de vez em quando? Quando?
Desabafar é confesar. Confessar é arriscar.
Se arriscar seria esperar do amor,
qual é o tempo de amar?

Suspirar e esperar.
Sonhar. Querer. Sorrir. Falar.
Falar. Ouvir. Sentir. Chorar.
Desistir ou caminhar?
Se caminhar for desistir, desistir de que?
Do Amor. Mas desse Amor?
MBSS

*Impasse
s. m.
1. Situação que impede ou dificulta algo. = dificuldade. embaraço, empecilho
2. Situação ou negociação sem solução à vista.






quarta-feira, 7 de abril de 2010

Quando estou fraco então sou forte.

II Corítios 12:5-10

De alguém assim me gloriarei eu, mas de mim mesmo não me gloriarei, senão nas minhas fraquezas. Porque, se quiser gloriar-me, não serei néscio, porque direi a verdade; mas deixo isto, para que ninguém cuide de mim mais do que em mim vê ou de mim ouve. E, para que não me exaltasse pela excelência das revelaçöes, foi-me dado um espinho na carne, a saber, um mensageiro de Satanás para me esbofetear, a fim de não me exaltar. Acerca do qual três vezes orei ao Senhor para que se desviasse de mim. E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo. Por isso sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguiçöes, nas angústias por amor de Cristo. Porque quando estou fraco então sou forte.

sábado, 3 de abril de 2010

Oui, cherie.

Franceses são muito dramáticos*

Eles não andam, eles marcham.
Eles não caem, eles tombam.
Eles não são solteiros, eles são celibatários.
E o mais legal, eles não têm despedida de solteiro, eles têm enterro da vida de moleque. Gênios.
*Só tem graça pra quem sabe um pouquinho de francês, désolée.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Apaixonados por fast-food

quinta-feira, 4 de março de 2010

NO MEN.

Saibam porque elas SEMPRE vão ao banheiro em grupo. Eu recebi esse texto no email, minha amiga Sil enviou. É legal. Eu ri!!!! Então trouxe pra vocês; argumentem , meninas, quando os meninos soltarem brincadeirinhas ao ouvirem um "Amiga, 'vamo' no banheiro!? XD"
 
"O grande segredo de toda a mulher, com relação aos banheiros é que quando pequena, quem a levava ao banheiro era sua mãe. Ela ensinava a limpar o assento com papel higiênico e cuidadosamente colocava tiras de papel no perímetro do vaso e instruía:


"Nunca, nunca sente em um banheiro público"

E, em seguida, mostrava "a posição", que consiste em se equilibrar sobre o vaso numa posição de sentar, sem que o corpo, no entanto, entre em contato com o vaso.

"A Posição" é uma das primeiras lições de vida de uma menina, super importante e necessária, e irá nos acompanhar por toda a vida. No entanto, ainda hoje, em nossa vida adulta, "a posição" é dolorosamente difícil de manter quando a bexiga está quase estourando.

Quando você TEM que ir ao banheiro público, você encontra uma fila de mulheres, que faz você pensar que o Bradd Pitt deve estar lá dentro. Você se resigna e espera, sorrindo para as outras mulheres que também estão com braços e pernas cruzados na posição oficial de "estou me mijando".

Finalmente chega a sua vez, isso, se não entrar a típica mamãe com a menina que não pode mais se segurar.

Você, então verifica cada cubículo por debaixo da porta para ver se há pernas.

Todos estão ocupados.

Finalmente, um se abre e você se lança em sua direção quase puxando a pessoa que está saindo.

Você entra e percebe que o trinco não funciona (nunca funciona); não importa... você pendura a bolsa no gancho que há na porta e se não há gancho (quase nunca há gancho), você inspeciona a área.. o chão está cheio de líquidos não identificados e você não se atreve a deixar a bolsa ali, então você a pendura no pescoço enquanto observa como ela balança sob o teu corpo, sem contar que você é quase decapitada pela alça porque a bolsa está cheia de bugigangas que você foi enfiando lá dentro, a maioria das quais você não usa, mas que você guarda porque nunca se sabe...

Mas, voltando à porta...

Como não tinha trinco, a única opção é segurá-la com uma mão, enquanto, com a outra, abaixa a calcinha com um puxão e se coloca "na posição".

Alívio...... AAhhhhhh.....finalmente...

Aí é quando os teus músculos começam a tremer ...

Porque você está suspensa no ar, com as pernas flexionadas e a calcinha cortando a circulação das pernas, o braço fazendo força contra a porta e uma bolsa de 5 kg pendurada no pescoço.

Você adoraria sentar, mas não teve tempo de limpar o assento nem de cobrir o vaso com papel higiênico. No fundo, você acredita que nada vai acontecer, mas a voz de tua mãe ecoa na tua cabeça "jamais sente em um banheiro público!!!" e, assim, você mantém "a posição" com o tremor nas pernas...

E, por um erro de cálculo na distância, um jato finíssimo salpica na tua própria bunda e molha até tuas meias!! Por sorte, não molha os sapatos. Adotar "a posição" requer grande concentração. Para tirar essa desgraça da cabeça, você procura o rolo de papel higiênico, maaassss, para variar, o rolo está vazio...! Então você pede aos céus para que, nos 5kg de bugigangas que você carrega na bolsa, haja pelo menos um miserável lenço de papel. Mas, para procurar na bolsa, você tem que soltar a porta. Você pensa por um momento, mas não há opção....

E, assim que você solta a porta, alguém a empurra e você tem que freiá-la com um movimento rápido e brusco enquanto grita OCUPAAADOOOO!!!

Aí, você considera que todas as mulheres esperando lá fora ouviram o recado e você pode soltar a porta sem medo, pois ninguém tentará abrí-la novamente (nisso, nós, as mulheres, nos respeitamos muito) e você pode procurar seu lenço sem angústia. Você gostaria de usar todos, mas quão valiosos são em casos similares e você guarda um, por via das dúvidas. Você então começa a contar os segundos que faltam para você sair dali, suando porque você está vestindo o casaco já que não há gancho na porta ou cabide para pendurá-lo. É incrível o calor que faz nestes lugares tão pequenos e nessa posição de força que parece que as coxas e panturrilhas vão explodir. Sem falar da porrada que você levou da porta, a dor na nuca pela alça da bolsa, o suor que corre da testa, as pernas salpicadas...

A lembrança de sua mãe, que estaria morrendo de vergonha se a visse assim, porque sua bunda nunca tocou o vaso de um banheiro público, porque, francamente, "você não sabe que doenças você pode pegar ali"

... você está exausta. Ao ficar de pé você não sente mais as pernas. Você acomoda a roupa rapidíssimo e tira a alça da bolsa por cima da cabeça!...

Você, então, vai à pia lavar as mãos. Está tudo cheio de água, então você não pode soltar a bolsa nem por um segundo. Você a pendura em um ombro, e não sabendo como funciona a torneira automática, você a toca até que consegue fazer sair um filete de água fresca e estende a mão em busca de sabão. Você se lava na posição de corcunda de notre dame para não deixar a bolsa escorregar para baixo do filete de água... O secador, você nem usa. É um traste inútil, então você seca as mãos na roupa porque nem pensar usar o último lenço de papel que sobrou na bolsa para isso.

Você então sai. Sorte se um pedaço de papel higiênico não tiver grudado no sapato e você sair arrastando-o, ou pior, a saia levantada, presa na meia-calça, que você teve que levantar à velocidade da luz, deixando tudo à mostra!

Nesse momento, você vê o seu amigo que entrou e saiu do banheiro masculino e ainda teve tempo de sobra para ler um livro enquanto esperava por você.

"Por que você demorou tanto?"

pergunta o idiota.

Você se limita a responder

"A fila estava enorme"

E esta é a razão porque nós, as mulheres, vamos ao banheiro em grupo. Por solidariedade, já que uma segura a tua bolsa e o casaco, a outra segura a porta e assim fica muito mais simples e rápido já que você só tem que se concentrar em manter "a posição" e a dignidade."

Obrigada a todas as amigas que já me acompanharam ao banheiro.